Dois dias antes do 80º aniversário do início da Segunda Guerra Mundial, o jornalista e sociólogo Jayme Brener lança, em 29 de agosto, quinta-feira, em São Paulo, a partir das 18h30, seu romance histórico "Os cinco dedos de Tikal – Comunistas, judeus, putas e índios às vésperas da Segunda Guerra", editado pela Ex-Libris.

Lançamento de livro “Os cinco dedos de Tikal”

“Os cinco dedos de Tikal – Comunistas, judeus, putas e índios às vésperas da Segunda Guerra”, de Jayme Brener, será lançado dia 29.8 em S. Paulo

Dois dias antes do 80º aniversário do início da Segunda Guerra Mundial, o jornalista e sociólogo Jayme Brener lança, em 29 de agosto, quinta-feira, em São Paulo, a partir das 18h30, seu romance histórico “Os cinco dedos de Tikal – Comunistas, judeus, putas e índios às vésperas da Segunda Guerra”, editado pela Ex-Libris.

O lançamento incluirá um debate sobre o período com o autor, o sociólogo e analista político Demétrio Magnoli e a historiadora Lilian Starobinas (Casa do Povo), com mediação do professor Marcos Cézar de Freitas (Unifesp).

Brener, ex-correspondente de imprensa na América Central e Europa, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro didático de 1999, com Jornal do Século XX (Ed. Moderna), e foi finalista, em 1996, com O Golem e outras aventuras do rabino Judá Levi, de Praga (Ed. FTD).

Serviço

Lançamento: Os cinco dedos de Tikal – Comunistas, judeus, putas e índios às vésperas da Segunda Guerra, de Jayme Brener

Editora: Ex-Libris

Data: 29 de agosto, quinta-feira, a partir das 18h30 na Livraria da Vila

Endereço: Rua Fradique Coutinho, 915 – Pinheiros (S. Paulo)

Preço: R$ 69,30

Pré-vendas: www.exlibriseditora.com.br

Resenha

OS CINCO DEDOS DE TIKAL

Comunistas, judeus, putas e índios às vésperas da Segunda Guerra.

  Com a Segunda Guerra Mundial se aproximando, a astúcia da história entrecruza os caminhos de um grupo improvável de excluídos. Judeus, índios, comunistas e putas se vêm envolvidos em uma trama imponderável – e totalmente possível. O final da trilha pode decidir o destino de milhões de pessoas. Vida ou morte entre os cinco dedos de Tikal.

  Tudo começa com quatro personagens, todos judeus, em 1936: um professor de História da América na Universidade de Dresden, judeu e homossexual; um operário comunista polonês e um casal de cafetões da organização criminosa Zwi Migdal, estabelecidos no Rio de Janeiro.

  O primeiro tem que deixar o país por conta da perseguição nazista e decide ir para a Guatemala. O operário vai à Espanha às vésperas da Guerra Civil, tem problemas com o PC stalinista e apanha o primeiro navio, tentando fugir. O navio vai pra Guatemala. Finalmente, o casal de cafetões enfrenta a repressão à Zwi Migdal que, começando na Argentina, influencia o governo de Getúlio Vargas, no Brasil. E, por conta da organização, vai “abrir o trabalho” na América Central. O primeiro passo é a Guatemala.

  Lá, em meio a problemas (o país vive uma ditadura simpática ao fascismo), todos são contatados por uma organização secreta maia, o povo que desapareceu e está por todos os cantos. Que tenta convencê-los a aderir a uma conspiração internacional em defesa da civilização.

O que acontecerá?

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